Seu queixo imperativo jamais aceita que errou, chora todas as noites sobre seu travesseiro e entres os lençóis, suas lagrimas secam sozinhas.
Diz que já superou, que já esqueceu completamente a caneca, o chá, a tigela, a sopa quente, o poeta. Amarga o fel em sua boca pequena e aperta seus olhos que se tornam ainda mais pequeninos. Ainda é inverno e a tigela continua no armário e a caneca continua com chá quente e o poeta ainda escreve por você.
